BRASIL PQP
APRESENTA
CURTA MONLÉ
Festival de Filmes, Curtas e Documentários de João Monlevade


III CURTA MONLÉ – 2026
EDIÇÃO PAULO GUSTAVO 14 A 24 DE MAIO DE 2026:
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO ATÉ 31 DE ABRIL: https://forms.gle/huLGCtyR28ZBhsmr6
O Curta Monlé nasce como um movimento de valorização e fortalecimento do audiovisual local, colocando em evidência a potência criativa de João Monlevade. Integrando a programação oficial do Viva Monlevade, o festival abre espaço para que histórias do território ganhem voz, imagem e reconhecimento.
Com foco especial na produção de cineastas do município, o Curta Monlé destaca obras que traduzem vivências, memórias e identidades locais, incentivando a criação autoral e o desenvolvimento de novos talentos. O festival também reafirma o compromisso com a diversidade, dando visibilidade à produção audiovisual local, valorizando cineastas de João Monlevade e fortalecendo a construção de uma identidade cultural própria por meio do cinema.
Mais do que uma mostra, o Curta Monlé é um espaço de encontro, formação e troca. Um ambiente que estimula a produção independente, promove o diálogo entre realizadores e público, e contribui para o crescimento de uma cena audiovisual ativa e representativa em Monlevade.
Ao integrar o Viva Monlevade, o festival amplia seu alcance e se conecta com a energia cultural da cidade, transformando João Monlevade em um polo de criação, exibição e reflexão sobre o cinema contemporâneo

II CURTA MONLÉ – 2025






CURTA MONLÉ – Festival de Filmes, Curtas e Documentários de João Monlevade
LOCAL: ICEA/UFOP CAMPUS JOÃO MONLEVADE
I CURTA MONLÉ – 2010 – EM CARTAZ OBRAS DO CINEASTA SÉRGIO PÉO
Sérgio Péo (Sérgio Casemiro Jucá dos Santos) nasceu no Pará em 1947 e aos 12 anos se mudou para o Rio de Janeiro. É arquiteto/urbanista, cineasta, poeta, artista plástico. Estudou arquitetura e urbanismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro e escolheu usar o cinema para retratar as condições de habitação e comportamento urbano na cidade. Seus filmes “Rocinha Brasil 77” e “Associação dos Moradores dos Guararapes” tratam destas questões.
Junto com outros cineastas de sua geração, sempre se posicionou a favor de políticas em defesa da cinematografia nacional, não apenas pelo desenvolvimento da mesma, mas também pela distribuição e espaço para exibição de seus produtos. No filme “Cinemação Curtametralha” de 1980 registra e documenta parte da memória desta luta.
Foi um dos fundadores da Corcina (Cooperativa dos Realizadores Cinematográficos Autônomos) – junto com Silvio Da Rin, Rubem Corveto, Sérgio Rezende, Pompeu Aguiar, Marisa Leão, José Carlos Asbeg, José Jofilly, Joathan Vilela Berbel, Lucio Aguiar, entre outros -, tendo sido o primeiro diretor-presidente da entidade. A Corcina tinha por objetivo promover e apoiar realizações de produções nacionais independentes, principalmente os curtas metragens. Durante 1980/81 foi também diretor da ABD/RJ (Associação Brasileira de Documentaristas).
Na década de 1980, acompanhou a emergência do movimento operário e do Partido dos Trabalhadores, na região do ABC paulista. No Rio de Janeiro, esteve bem próximo à movimentação artística em torno do Circo Voador e do Parque Lage, onde realizou \”O Muro – o Filme\”, em 1985.
Nos anos 1990 passou a dedicar-se também a pesquisas acerca dos índios brasileiros, resultando no filme \”Nanderu, Panorâmica Tupinambá\” (1991), e em produções posteriores realizadas em vídeo.
No século XXI Sérgio Péo continuou a produzir filmes em vídeo, experimentando novas linguagens, como filmes produzidos com celular e os curtas de um minuto.
Em paralelo à atuação como cineasta, dedicou-se às artes plásticas, ao design e produção de móveis, à poesia e à composição musical.
ARQUIVO NACIONAL – https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/sergio-p-o



EQUIPE DE PRODUÇÃO BRASILPQP


Marcelo Vieira Barbosa, conhecido artisticamente como Marcelo Sputnik, nasceu em 24 de março de 1975, em João Monlevade. É diretor, roteirista, fotógrafo, editor, artista plástico e produtor cultural, com atuação marcante na comunicação e na valorização da cultura popular e ambiental.
Licenciado em Filosofia, pós-graduado em Antropologia com especialização em Produção Cultural e Educação Ambiental, Marcelo é diretor do Jornal Visão Ambiental desde 2001, veículo que se consolidou como referência na defesa do meio ambiente, especialmente nas pautas ligadas à bacia do Rio Piracicaba e ao desenvolvimento sustentável regional. Foi também o primeiro youtuber de João Monlevade, com o Canal Brasil PQP.
De família congadeira com forte ligação às tradições afro-brasileiras, viveu no Espírito Santo
no final dos anos 90, onde teve contato com o Congo capixaba, onde foi congadeiro da banda Tambores da Barra da Barra do Jucu Vila Velha ES. Retornando a Minas em 2013, tornou-se Capitão da Guarda de Congado de Nossa Senhora do Rosário de São João Evangelista, no município de João Monlevade MG,reafirmando seu compromisso com a preservação do Congado mineiro. Seu trabalho fotográfico sobre o Congo e o Congado, reunido na exposição Sob a Bênção do Rosário, soma mais de 20 anos de registros e já foi apresentado no Brasil, em Portugal e na França.
Em 2024, teve o projeto Curta Monlé aprovado pela Lei Paulo Gustavo, consolidando o festival como espaço de incentivo ao audiovisual local. Ao longo de sua trajetória, Marcelo Sputnik construiu uma carreira que une arte, comunicação, memória cultural e engajamento socioambiental, contribuindo ativamente para o fortalecimento da identidade cultural de João Monlevade e região.
Letícia Araújo Barbosa — Videomaker, Câmera Principal e Editora
Letícia Araújo Barbosa é estudante de Linguagem de Mídia na UFF, no Rio de Janeiro, e atua como videomaker, fotógrafa e editora. Desenvolve produção de conteúdo audiovisual para empresas, comércios e projetos culturais de João Monlevade e região.
Sua trajetória também se destaca no cinema documental. Letícia foi indicada e premiada em diferentes premiações nacionais e internacionais pelo documentário “Sob a Bênção do Rosário”, vencedor do Prêmio Luiz Ensch, em João Monlevade.
Na equipe, atua como videomaker, câmera principal e responsável pela edição, contribuindo para a construção da narrativa visual e para a qualidade técnica dos registros audiovisuais.
Portfólio: linktr.ee/leletbarbosa


Vitor Hugo Sartori Barbosa — Videomaker, Fotógrafo, Câmera e Making Of
Vitor Hugo Sartori Barbosa iniciou sua trajetória no audiovisual ainda na adolescência. Sua relação com a cultura começou desde a infância, quando participou como integrante da Banda de Congo Mirim da Barra do Jucu, no Espírito Santo.
Atua como videomaker e fotógrafo, com experiência em eventos sociais, esportes radicais, escalada e montanhismo. Também possui experiência como roadie, ajudante de palco e montagem de estruturas para eventos, ampliando sua atuação nos bastidores da produção cultural.
Atualmente, trabalha na produção de registros fotográficos e audiovisuais em João Monlevade e região, atuando especialmente em coberturas de eventos e projetos culturais.
Em 2024, realizou a série documental “Vertical Horizon”, composta por cinco capítulos e produzida por meio da Lei Paulo Gustavo, projeto que reuniu audiovisual, esporte de aventura, escalada e montanhismo.
Instagram: @vitorvhsb
Isabella Cecília Gregório — Artista Plástica, Poetisa, Artesã, Atriz, Cenógrafa, Diretora de Fotografia e Locutora
Isabella Cecília Gregório é poetisa, artista plástica, artesã, atriz, cenógrafa, diretora de fotografia e atua também com locução de vídeos. Sua trajetória artística transita entre as artes visuais, o audiovisual, a literatura e a produção cultural.
Como atriz, atuou como figurante na 2ª temporada da série “Joacas”, da Walt Disney, gravada em Itacaré, na Bahia. Também participa de vídeos, gravações e produções audiovisuais de projetos próprios e de terceiros, além de atuar como modelo de prova para a marca CRUA.
Nas artes visuais, desenvolve trabalhos utilizando materiais recicláveis, transformando elementos que seriam descartados em peças artísticas e narrativas que valorizam a criatividade e a educação ambiental.

Esse trabalho deu origem à história infantil “Aninha e a Fada Bella: Uma lição de amor ao meio ambiente”, obra que apresenta, por meio da literatura e da imaginação, uma mensagem de valorização e preservação da natureza.
No audiovisual, atua também nas áreas de cenografia, direção de fotografia e locução de vídeos, contribuindo para a construção estética, visual e narrativa das produções.
Portfólio: linktr.ee/bellartesanatos
Livro: “Aninha e a Fada Bella: Uma lição de amor ao meio ambiente” — Amazon
UICLAP: Livro na UICLAP

Silvana Sá Ferreira é intérprete de Libras, educadora e atua na promoção da acessibilidade comunicacional e na defesa dos direitos da comunidade surda. Com atuação em Itabira (MG), esteve ligada à APASITA – Associação dos Pais e Amigos dos Surdos de Itabira, onde exerceu a função de diretora e participou da organização de iniciativas voltadas à valorização da Língua Brasileira de Sinais e à inclusão das pessoas surdas.
Possui formação em Letras-Libras, Pedagogia e Educação Inclusiva, além de mestrado na área de Libras, reunindo formação acadêmica e experiência profissional voltadas à educação, à inclusão e à acessibilidade das pessoas surdas.
Sua trajetória também se destaca pela atuação como intérprete de Libras em espaços públicos e institucionais. Em 2022, participou da organização do 3º Seminário Regional de Libras de Itabira, contribuindo para debates sobre Libras, educação, cultura e identidade surda.
Sua atuação representa uma importante contribuição para a inclusão, acessibilidade e valorização da comunidade surda, especialmente na região João Monlevade e Itabira além de outras cidades do Médio Piracicaba.
“Les Arts Dînent à l’Huile” était un festival estival de rue, de musique et de spectacles organisé à Douarnenez, en Bretagne (Finistère), France. Caractéristiques principales. Le Concept : Chaque année, la cité sardinière invitait les artistes et musiciens d’un autre port sardinier ou port de pêche du monde (comme Essaouira au Maroc, Sétubal au Portugal, ou Barra do Jucu au Brésil 2005) pour favoriser les échanges culturels.
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